Quem agora chora em algum lugar do mundo,
Sem razão chora no mundo,
Chora por mim.
Quem agora ri em algum lugar na noite,
Sem razão ri dentro da noite,
Ri-se de mim.
Quem agora caminha em algum lugar no mundo,
Sem razão caminha no mundo,
Vem a mim.
Quem agora morre em algum lugar no mundo,
Sem razão morre no mundo,
Olha para mim.
(Tradução: Paulo Plínio Abreu)
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"Quero viver como se o meu tempo fosse ilimitado.
Quero me recolher, me retirar das ocupações efêmeras.
Mas ouço vozes, vozes benevolentes,
passos que se aproximam
e minhas portas se abrem...""

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